Corinthians demite Dorival Júnior e mercado ferve com especulações para o comando técnico
O Corinthians anunciou a demissão do técnico Dorival Júnior neste domingo, após uma sequência de nove jogos sem vencer e a derrota para o Internacional. A decisão abre a corrida por um novo comandante para as importantes competições que o Timão terá pela frente. Nomes como Tite, Fernando Diniz e Vojvoda emergem como os principais cotados para assumir o cargo. Filipe Luís também surge, mas com ressalvas para sua disponibilidade.

SÃO PAULO, BRASIL/SP - O Sport Club Corinthians Paulista anunciou neste domingo (5/4) a demissão do técnico Dorival Júnior. A decisão da diretoria alvinegra foi motivada pela derrota por 1 a 0 para o Internacional e uma sequência de nove jogos sem vitórias.
A saída do treinador Dorival Júnior, que deixa o cargo com o clube engajado em competições como a Libertadores, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, abre a corrida por um novo comandante técnico para o Timão.
Nomes de peso especulados para o comando
Entre os nomes imediatamente especulados, Tite figura como um dos principais, sendo ídolo da Fiel Torcida e responsável pelas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2012. Contudo, seus últimos trabalhos em clubes, como Flamengo e Cruzeiro, este último com duração de apenas três meses, são pontos de debate.
Fernando Diniz, que liderou o Fluminense ao título da Libertadores de 2024 e foi demitido do Vasco em fevereiro deste ano, também é mencionado. O treinador, conhecido pela sua abordagem tática e foco na posse de bola, comandou o Vasco que foi vice-campeão da Copa do Brasil de 2025, perdendo a final justamente para o Corinthians.
Outras alternativas e o cenário atual
Juan Pablo Vojvoda, livre no mercado desde que deixou o Santos em março, emerge como outra opção. O profissional teve campanhas de destaque à frente do Fortaleza e já trabalhou com Marcelo Paz, atual diretor executivo do Corinthians. Filipe Luís, com quase 70% de aproveitamento em sua passagem pelo Flamengo, foi desligado do Rubro-Negro em março após perder a Recopa Sul-Americana e a Supercopa do Rei, este último para o próprio Corinthians, mas não manifesta interesse em dirigir equipes brasileiras no momento.