Futebol

EUA e Bósnia se enfrentam em mata-mata histórico da Copa do Mundo em São Francisco

Os Estados Unidos encaram a Bósnia-Herzegovina no mata-mata da Copa do Mundo 2026 em São Francisco. A seleção bósnia faz sua estreia nesta fase do torneio. Já os americanos buscam uma vitória inédita contra uma equipe da UEFA em eliminatórias de Mundial. A partida promete ser um marco para ambas as nações.

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EUA e Bósnia se enfrentam em mata-mata histórico da Copa do Mundo em São Francisco
Foto: Reprodução / Leia Esporte

SÃO FRANCISCO, EUA/CA - Os Estados Unidos medem forças com a Bósnia-Herzegovina nesta quarta-feira, 1º de julho, às 21h (horário de Brasília), em um confronto histórico pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Enquanto os bósnios disputam seu primeiro mata-mata em Mundiais, os americanos almejam uma vitória inédita contra um adversário da UEFA nesta fase do torneio.

Apesar da derrota por 3 a 2 para a Turquia, os EUA lideraram o Grupo D com seis pontos, enquanto a Bósnia-Herzegovina avançou como terceira colocada do Grupo B ao vencer o Catar por 3 a 1. Os americanos chegam à sua quinta participação em mata-matas de Copas do Mundo neste século, tendo vencido apenas uma partida além da fase de grupos, contra o México em 2002. Mauricio Pochettino pode se tornar o técnico mais vitorioso da seleção americana no torneio.

Figuras-Chave e a Busca por Ineditismo

Em sua segunda participação no torneio, a Bósnia-Herzegovina surpreendeu com uma forte atuação na terceira rodada da fase de grupos, quebrando um jejum de gols. O ponta bósnio Esmir Bajraktarevic, nascido nos Estados Unidos e com passagens pelas categorias de base americanas, é um nome conhecido e atualmente joga no PSV ao lado dos americanos Sergiño Dest e Ricardo Pepi, adicionando um tempero especial ao duelo.

A tensão da fase eliminatória pode levar a uma disputa de pênaltis, e ambos os lados possuem especialistas. Matt Freese, goleiro dos EUA, ganhou notoriedade por suas defesas decisivas na Copa Ouro de 2025 e nos playoffs da MLS Cup de 2024. Do lado bósnio, Nikola Vasilj, do St. Pauli, impressiona com quatro defesas em cinco cobranças na Bundesliga 2024-25, sendo crucial nas classificações bósnias.

Poder de Fogo e Decisão

No setor ofensivo, os EUA contam com a experiência em grandes jogos de Christian Pulisic, mesmo com poucos minutos por lesão na fase de grupos, e o oportunismo de Folarin Balogun, autor de dois gols neste Mundial. A Bósnia-Herzegovina aposta na liderança e capacidade goleadora de seu maior artilheiro histórico, Edin Dzeko, conhecido por sua eficiência em momentos decisivos.

Escrito por Redação Leia Esporte