Futebol

Paquetá vira 'canivete suíço' de Ancelotti e se firma na Seleção Brasileira na Copa 2026

Lucas Paquetá, meio-campista do Flamengo, transformou sua trajetória na Copa do Mundo 2026. Inicialmente fora dos planos de Ancelotti, ele superou as expectativas. Sua versatilidade em campo o tornou peça-chave na fase de grupos, conquistando a titularidade e o status de intocável no esquema tático da Seleção Brasileira.

Compartilhe
Áudio sendo gerado...
Paquetá vira 'canivete suíço' de Ancelotti e se firma na Seleção Brasileira na Copa 2026
Foto: Reprodução / Leia Esporte

NOVA YORK, EUA - O meio-campista Lucas Paquetá, do Flamengo, iniciou a Copa do Mundo 2026 sob questionamento, mas transformou sua situação na fase de grupos. Considerado inicialmente fora dos planos de Carlo Ancelotti para o time titular, ele superou a má impressão de amistosos anteriores e se firmou como peça crucial da Seleção Brasileira.

Sua trajetória mudou drasticamente nos três jogos da fase de grupos, onde não apenas conquistou a titularidade, mas também alcançou o status de intocável no esquema tático de Ancelotti. Mesmo em atuações aquém do esperado, como na estreia contra Marrocos, Paquetá foi bancado pelo treinador, reinventando-se como um "canivete suíço" da equipe pela sua polivalência.

A Versatilidade Tática de um Pilar

A capacidade de Paquetá em atuar em diversas funções e setores do campo – recuado, avançado, como ponta ou meio-campista – foi determinante para sua ascensão. Essa flexibilidade, já explorada no Flamengo sob Leonardo Jardim, o fez superar outros nomes na disputa por uma vaga e cativar Ancelotti, que inicialmente tinha dúvidas, mas o testou em amistosos contra Panamá e Egito.

A evolução tática de Paquetá no Mundial foi visível. Após atuar pela direita na estreia contra Marrocos, onde um erro contribuiu para o gol adversário no empate por 1 a 1, Ancelotti corrigiu a rota. O meio-campista foi reposicionado centralizado e, posteriormente, pela esquerda, reencontrando seu melhor desempenho contra Haiti e Escócia, com duas vitórias por 3 a 0.

Função Consolidada para o Mata-Mata

Paquetá expressou sua satisfação com a liberdade tática concedida: "Ele pede para jogar à vontade, participar do jogo. E sem a bola fazer minhas habilidades defensivas". Com a entrada de Rayan, Ancelotti parece ter encontrado sua formação ideal, e Paquetá é peça fundamental no losango do meio-campo, apoiando Douglas Santos e as investidas de Vini Jr. e Matheus Cunha. Sua primeira assistência no torneio contra o Haiti consolidou seu bom momento, e será crucial no desafio contra o Japão, nesta segunda-feira, 29, pelos 16-avos de final, onde o controle do meio-campo será essencial.

Escrito por Redação Leia Esporte