Futebol

Rayan, talismã da Seleção, mira recorde de Pelé em jogos de Copa do Mundo

Rayan, atacante do Bournemouth, consolidou-se como peça essencial da Seleção Brasileira sob Carlo Ancelotti. O jogador, que entrou de última hora na lista de convocados, conquistou a titularidade na ponta-direita. Neste domingo (5), contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, ele pode igualar a marca de quatro jogos de Pelé em uma única edição do torneio.

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Rayan, talismã da Seleção, mira recorde de Pelé em jogos de Copa do Mundo
Foto: Reprodução / Leia Esporte

EAST RUTHERFORD, EUA - Rayan, atacante do Bournemouth, consolidou sua posição como titular na Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti. Convocado de última hora, ele assumiu a ponta-direita após a lesão de Raphinha e se destacou, tornando-se uma peça fundamental para a equipe na Copa do Mundo 2026.

Sua ascensão começou com a estreia no Mundial como o sexto atleta mais jovem a vestir a camisa verde e amarela no torneio, com 19 anos, 10 meses e 17 dias. Desde então, ele garantiu a titularidade em jogos cruciais contra Escócia e Japão, demonstrando desempenho sólido, ainda que não tenha balançado as redes.

Um Talismã Invicto e a Marca de Pelé

Neste domingo (5), no MetLife Stadium, Rayan tem a chance de igualar a marca de Pelé, que disputou quatro partidas pela Seleção na Copa do Mundo de 1958. Se for titular contra a Noruega pelas oitavas de final, ele alcançará o mesmo número de jogos, somando-se à sua entrada no primeiro tempo contra o Haiti.

Embora ainda busque seu primeiro gol na competição – diferente de Pelé, que marcou seis vezes em 1958 –, Rayan já contribuiu com uma assistência contra a Escócia e teve participação direta em um gol de Gabriel Martinelli. Ele também ostenta uma invencibilidade desde sua saída do Vasco, no início de 2026.

Versatilidade Defensiva e Impacto Tático

A capacidade defensiva de Rayan, um ponto que ele próprio destaca como crucial para sua evolução, tem sido fundamental para a preferência de Ancelotti, colocando-o à frente de outros nomes como Endrick e Luiz Henrique. Ele foi peça chave na vitória sobre o Japão, roubando a bola que originou o gol de Martinelli.

Escrito por Redação Leia Esporte