Polícia prende 8 suspeitos por agressão brutal a capivara na Ilha do Governador
A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu dois menores e prendeu seis homens no sábado (21.mar.2026), suspeitos de participar de um ataque contra uma capivara na orla do Quebra Coco, na Ilha do Governador. O animal sofreu várias escoriações, principalmente na cabeça, e foi encaminhado para atendimento em um hospital veterinário universitário.

RIO DE JANEIRO, RJ - A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu dois menores e prendeu seis homens no sábado (21.mar.2026), em uma operação relacionada ao ataque a uma capivara na orla do Quebra Coco, localizada na Ilha do Governador, zona norte da capital fluminense. O animal, vítima de agressões, foi encontrado com várias escoriações, concentradas principalmente na região da cabeça, e foi imediatamente levado para atendimento em um hospital veterinário.
Detalhes da Agressão e Prisão dos Suspeitos:
De acordo com testemunhas, a agressão à capivara ocorreu por volta da 1h da madrugada de sábado (21.mar). Um grupo cercou o animal e o atacou com barras de ferro e pedaços de madeira. Imagens registradas por câmeras de segurança foram cruciais para a identificação dos envolvidos na brutalidade.
Os suspeitos foram localizados e detidos na região do Guarabu, também na Ilha do Governador, próximo ao local onde as agressões tiveram lugar. A rápida ação policial permitiu a identificação e a captura dos envolvidos pouco tempo após o ocorrido.
Resgate e Tratamento da Capivara Ferida:
Após o resgate, a capivara foi prontamente encaminhada para o Hospital Veterinário da Universidade Estácio, em Vargem Pequena, na zona oeste do Rio. Este hospital atua também como clínica-escola, oferecendo valiosa experiência prática aos estudantes de medicina veterinária da universidade.
Os profissionais de saúde animal estão prestando todo o suporte necessário para a recuperação do mamífero, que sofreu ferimentos significativos.
Acusações e Continuidade das Investigações:
A Polícia Civil informou que os seis adultos detidos responderão por crimes de maus-tratos a animais, associação criminosa e corrupção de menores. Já os adolescentes apreendidos enfrentarão atos infracionais análogos aos mesmos crimes. As investigações permanecem em andamento com o objetivo de esclarecer completamente todos os detalhes do caso e identificar qualquer outro possível envolvido.