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Aliados minimizam público reduzido em ato de Flávio Bolsonaro no Rio

O primeiro ato de campanha presidencial de Flávio Bolsonaro na Praia de Copacabana teve público reduzido, mas aliados como Sóstenes Cavalcante minimizam a baixa adesão, classificando o evento como comício e não manifestação, e destacando que não houve caravanas.

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Aliados minimizam público reduzido em ato de Flávio Bolsonaro no Rio
Foto: Reprodução / Leia Política
RIO DE JANEIRO, RJ - Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) minimizam o público reduzido no primeiro ato de sua campanha ao Palácio do Planalto, realizado na manhã de domingo (16/8) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A baixa adesão gerou questionamentos, mas foi defendida por membros do partido.

Análise sobre a adesão ao evento.

À coluna, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o evento não deve ser comparado a uma manifestação, que, segundo ele, "costuma reunir público maior". Cavalcante classificou o ato como um "comício político", diferenciando-o de grandes concentrações populares.

O deputado Sóstenes Cavalcante reforçou a distinção: "Não é manifestação. É comício. E a gente não dá ônibus", em uma clara indireta ao Partido dos Trabalhadores (PT), que, conforme o texto, organizou caravanas para um ato do presidente Lula no estádio da Vila Euclides, em São Paulo.

Auxiliares de Flávio Bolsonaro também minimizaram a ausência de importantes lideranças do Partido Liberal de outros estados. Entre os nomes que não compareceram ao ato em Copacabana estão Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira, figuras proeminentes da sigla.

Escrito por Redação Leia Política