Bolsonaristas Pressionam Governo Trump por Reaplicação da Lei Magnitsky Contra Moraes
Bolsonaristas, através de Paulo Figueiredo, enviaram ao governo do presidente Donald Trump material sobre a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. O objetivo é pressionar pela reaplicação da Lei Magnitsky contra o ministro, que teve sanção revogada anteriormente em 2025.

Origem das Acusações e Envolvimento da PF
O material que fundamenta as acusações veio à tona na terça-feira (1º/9), após o ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, levantar o sigilo de um relatório da Polícia Federal (PF) contendo as mencionadas mensagens. Este levantamento permitiu que as informações fossem compiladas e utilizadas na estratégia de alerta ao governo americano.
Mobilização no Congresso e Acusações de Censura
Em paralelo à ação internacional, o senador Flávio Bolsonaro assinou um pedido para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional, com o intuito de investigar as relações entre Moraes e Daniel Vorcaro. Adicionalmente, uma rede social e uma empresa ligada ao presidente Donald Trump já acusaram o ministro Alexandre de Moraes de censura, o que reforça o cenário de tensões.
Pressão Internacional pela Lei Magnitsky
As notícias sobre as mensagens foram compiladas pelo influenciador Paulo Figueiredo, que reside nos Estados Unidos. Ele enviou o material como um “alerta” para auxiliares de Trump, informando a interlocutores que a lista de destinatários incluía integrantes da Casa Branca, do Departamento de Estado e outras figuras influentes que orbitam em torno do presidente. O principal propósito da ação de Figueiredo é pressionar o governo Trump a reaplicar a Lei Magnitsky contra Moraes. A sanção contra o ministro já havia sido aplicada pelos Estados Unidos em julho de 2025, mas acabou sendo revogada meses depois, e agora busca-se a sua reativação.