Eleições

Boulos Mobiliza 'Porta-Vozes' contra Flávio Bolsonaro por 'Tarifaço' Americano

O ministro Guilherme Boulos pediu aos 'Porta-Vozes do Lula' uma campanha nas redes sociais contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Boulos acusa Bolsonaro de 'alta traição' e interesse eleitoral devido ao novo tarifaço de 25% imposto pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros, alegando que o senador tentou atrasar as tarifas para beneficiar politicamente o presidente Lula.

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Boulos Mobiliza 'Porta-Vozes' contra Flávio Bolsonaro por 'Tarifaço' Americano
Foto: Reprodução / Leia Política

BRASÍLIA, DF - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, solicitou aos integrantes do grupo de “Porta-Vozes do Lula” uma intensa campanha nas redes sociais contra o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A ofensiva visa rebater as consequências do novo tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, uma decisão atribuída ao atual presidente americano, Donald Trump.

Acusações de Traição e Interesse Eleitoral

Em um áudio de três minutos e meio, acessado pela coluna, Boulos classificou a decisão de Trump como “a mais alta traição” da família Bolsonaro contra o Brasil.

“O tarifaço tem dois pais. Um pai é o Trump, agindo lá na Casa Branca pelo interesse colonialista dos Estados Unidos. O outro pai se chama Flávio Bolsonaro, agindo por interesse eleitoral, por traição à pátria”, declarou Boulos na gravação.

O ministro ainda acusou Flávio Bolsonaro de ter tentado negociar, durante uma audiência nos Estados Unidos em 7 de julho, para que a aplicação das novas tarifas fosse postergada para depois das eleições brasileiras. Segundo Boulos, o senador argumentou que o tarifaço poderia beneficiar politicamente o presidente Lula.

Mobilização nas Redes Sociais

Boulos enfatizou a necessidade de uma resposta firme por parte do grupo. “Esse time aqui, dos Porta-Vozes do Lula, tem que ser muito firme na reação. Hoje, nós temos a missão de colocar a narrativa real do que está acontecendo”, afirmou.

O ministro convocou os porta-vozes a uma “luta” disseminando a narrativa em “redes sociais, nos comentários, nos grupos de WhatsApp, no ônibus, na igreja, na escola, onde for”.

Escrito por Redação Leia Política