Eleições

Candidato do Missão, Renan Santos chama coordenadora de Flávio Bolsonaro de "idiota" e deseja crise

O candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, atacou Daniella Marques, coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro, chamando-a de 'idiota', e expressou o desejo de que o próximo governo enfrente crises. As declarações foram feitas em São Paulo, onde ele também criticou a interferência da primeira-dama Janja em assuntos econômicos e ironizou as propostas fiscais de Flávio Bolsonaro.

Compartilhe
Ouvir AnáliseNarrado por IA
Candidato do Missão, Renan Santos chama coordenadora de Flávio Bolsonaro de "idiota" e deseja crise
Foto: Reprodução / Leia Política

SÃO PAULO, SP - O candidato à Presidência pelo partido Missão, Renan Santos, provocou polêmica na última quinta-feira (10/9) ao se referir a Daniella Marques, atual coordenadora econômica do senador Flávio Bolsonaro (PL), como “idiota” e ao expressar seu desejo de que o próximo governo enfrente crises.

Críticas à Economia e à Primeira-Dama

As declarações foram proferidas durante um encontro com investidores e executivos na Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo. Santos criticou veementemente a escolha de Daniella Marques para a área econômica de Flávio Bolsonaro, ao mesmo tempo em que apontou a interferência da primeira-dama Janja em assuntos econômicos do governo Lula.

“Chamaram aquela idiota daquela Daniella, e a Janja fica opinando em matéria econômica ao lado do Lula. Então, estamos aqui vendo um cenário assim… psicodélico nessa matéria”, afirmou o presidenciável.

Questionamentos Fiscais

Além das críticas pessoais, Renan Santos também ironizou parte das propostas de Flávio Bolsonaro para o ajuste fiscal, questionando especificamente a previsão de utilização de receitas provenientes de royalties e da exploração de terras raras para equilibrar as contas públicas.

Renan Santos é o candidato que recebeu o maior valor em doações até o momento. Em outro contexto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) havia adotado um tom mais moderado diante do mercado, mas retomou ataques ao Supremo Tribunal Federal no 7 de Setembro.

Escrito por Redação Leia Política