China Fecha Acordo de US$ 17 Bilhões Anuais em Produtos Agrícolas com EUA Após Visita de Trump
A Casa Branca anunciou que a China concordou em comprar US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas dos EUA de 2026 a 2028. O acordo foi assinado em Pequim durante a visita do presidente Donald Trump, visando reverter a queda das exportações americanas e fortalecer a estabilidade econômica global.

A China se comprometeu a adquirir US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas norte-americanos, cobrindo o período de 2026 a 2028. O acordo foi formalizado em Pequim após a recente visita do Presidente Donald Trump à capital chinesa, conforme anunciado pela Casa Branca neste domingo (17.mai.2026).
A assinatura deste compromisso ocorre em um momento crucial, visto que as exportações dos Estados Unidos para a China sofreram uma queda drástica em 2025. Dados do Departamento de Agricultura dos EUA revelam um recuo de 65,7% no intercâmbio comercial entre os países de 2024 a 2025, impulsionado pelo aumento das tarifas aplicadas pela administração Trump. Consequentemente, a dependência chinesa de produtos agrícolas americanos também diminuiu significativamente, com a compra de soja caindo de 41% da produção dos EUA em 2024 para apenas 20% em 2025.
Impulsionando a Estabilidade Econômica Global.
Segundo a nota da Casa Branca, o novo acordo tem como objetivo “fortalecer a estabilidade e a confiança de empresas e consumidores em todo o mundo”. Como parte integrante dessa nova fase de cooperação econômica, foram estabelecidos o Conselho de Comércio EUA-China e o Conselho de Investimento EUA-China, instituições projetadas para otimizar as relações econômicas bilaterais entre as duas maiores economias do planeta.
Presidente Trump Negoceia Fortalecimento de Vínculos.
Durante a primeira visita de um presidente dos EUA à República Popular da China desde 2017, o Presidente Donald J. Trump e o Presidente Xi Jinping alcançaram um consenso sobre diversas questões. A Casa Branca destacou que este pacote de compromissos visa impulsionar a criação de empregos bem remunerados nos Estados Unidos e abrir novos mercados para produtos americanos, defendendo os trabalhadores, agricultores e a indústria nacional.