Eleições

Edinho Silva analisa impacto de encontro com Trump e derrota de Messias nas pesquisas de Lula

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, avalia que o impacto do encontro de Lula com Donald Trump e da derrota de Jorge Messias no Senado ainda não foi totalmente capturado pelas pesquisas de intenção de voto, apesar de Lula já aparecer numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em novo levantamento.

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Edinho Silva analisa impacto de encontro com Trump e derrota de Messias nas pesquisas de Lula
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, expressou nesta quarta-feira (13) sua avaliação de que as pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta semana ainda não refletem plenamente os efeitos positivos para o presidente Lula após o recente encontro com o presidente Donald Trump e a derrota do titular da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, no Senado.

Em um levantamento Genial/Quaest publicado nesta quarta-feira, Lula voltou a aparecer numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno, alcançando 42% contra 41% do parlamentar. Contudo, o resultado permanece dentro da margem de erro da pesquisa.

Lula recupera liderança numérica na pesquisa Quaest.

Na pesquisa Quaest anterior, realizada em abril, Flávio Bolsonaro havia superado Lula numericamente pela primeira vez nas projeções de segundo turno, com 42% das intenções de voto contra 40% do petista, configurando um empate técnico.

Eventos recentes demoram a impactar eleitorado.

Em entrevista à coluna, Edinho Silva explicou que episódios recentes considerados benéficos para Lula demoram a se manifestar nos números das pesquisas. O líder petista justificou que a maior parte do eleitorado ainda não está focada nas eleições de outubro. Aliados de Lula compartilham a visão de que o encontro com o presidente Donald Trump e o revés de Messias no Senado são fatores que auxiliarão o petista eleitoralmente. Em relação a Messias, a estratégia é explorar a narrativa de que o presidente foi alvo de uma articulação adversa de integrantes do "sistema".

Escrito por Redação Leia Política