Eleições

Flávio Bolsonaro aciona TSE contra fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, acionou a Justiça Eleitoral para apurar a disseminação de uma notícia falsa que alega que ele retiraria o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, visando proteger o eleitorado católico da desinformação.

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Flávio Bolsonaro aciona TSE contra fake news sobre Nossa Senhora Aparecida
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

O presidenciável do Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, acionou a Justiça Eleitoral para apurar a disseminação de uma notícia falsa. A fake news em questão alega que, caso eleito, o candidato retiraria o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.

Ação no TSE para Combater Desinformação

Segundo o senador Rogério Marinho (PL-RN), principal coordenador da campanha de Flávio, o candidato já protocolou um pedido de providências junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida visa confrontar a notícia falsa que, conforme Marinho, tem potencial para influenciar diretamente o eleitorado católico.

O Conteúdo da Notícia Falsa

Nos últimos dias, a informação de que Flávio, se eleito presidente, assinaria um decreto para remover o título de Nossa Senhora Aparecida circulou intensamente nas redes sociais. O dia 12 de outubro é a data oficial de celebração da padroeira.

A Real Declaração do Candidato

Em contraste com a fake news, Flávio Bolsonaro declarou publicamente que seu primeiro ato como presidente seria um decreto afirmando que o "Brasil é do Senhor Jesus". Esta sinalização busca ressoar com o eleitorado evangélico, um segmento que, segundo pesquisas, tem demonstrado forte apoio ao candidato.

Precedente de Proposta Similar

Um episódio anterior relevante ocorreu em 2007, quando o então deputado Professor Victório Galli (PSL-MT) apresentou um projeto de lei. A proposta visava alterar a legislação vigente que estabelece Nossa Senhora Aparecida como "padroeira do Brasil", sugerindo a substituição do título para "padroeira dos católicos do Brasil".

Escrito por Redação Leia Política