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Flávio Bolsonaro se reúne para discutir vazamento de áudio sobre patrocínio de filme

O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu aliados para planejar a reação ao vazamento de um suposto áudio no qual pede patrocínio a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para um filme sobre Jair Bolsonaro. A defesa deve focar na legalidade do ato e no desconhecimento dos 'esquemas' de Vorcaro à época dos fatos, apesar de diálogos terem ocorrido às vésperas da prisão do banqueiro.

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Flávio Bolsonaro se reúne para discutir vazamento de áudio sobre patrocínio de filme
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se com aliados e auxiliares na tarde desta quarta-feira (13/5) para definir a estratégia de resposta ao vazamento de um suposto áudio. A gravação indicaria um pedido de patrocínio ao empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Estratégias de Defesa do Senador

Fontes próximas indicam que Flávio Bolsonaro foi aconselhado a defender a legalidade do pedido de patrocínio, argumentando que não há nenhum ilícito em tal solicitação. Outro ponto central da defesa seria o de ressaltar que, à época em que as tratativas se iniciaram, os supostos “esquemas” de Daniel Vorcaro ainda não haviam sido revelados publicamente.

Diálogo e Prisão de Vorcaro

Contudo, um dos diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, divulgado pelo site The Intercept Brasil, teria ocorrido em 16 de novembro de 2025. Esta data é significativa, pois antecede em um dia a primeira prisão de Vorcaro e em dois dias a decretação da liquidação do Banco Master pelo Banco Central.

Patrocínios Anteriores de Vorcaro

Adicionalmente, o senador foi orientado a utilizar o argumento de que Daniel Vorcaro teria financiado filmes sobre outros políticos de destaque. Aliados de Flávio Bolsonaro, falando sob condição de anonimato, afirmam possuir informações de que o banqueiro teria patrocinado obras sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Michel Temer.

Escrito por Redação Leia Política