Judiciário

Lideranças religiosas e parlamentares se reúnem em culto de apoio a Jorge Messias no STF

Na véspera de sua sabatina no Senado, um culto em apoio à indicação de Jorge Messias ao STF reuniu influentes bispos evangélicos, lideranças judaicas e parlamentares. O evento, realizado na Catedral Baleia, teve a ausência de Messias, que foi representado pelo ministro André Mendonça.

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Lideranças religiosas e parlamentares se reúnem em culto de apoio a Jorge Messias no STF
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

Um dia antes de sua crucial sabatina no Senado Federal para a indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Jorge Messias foi alvo de um culto de apoio na noite da terça-feira, 28 de abril de 2026. O evento, que visava angariar suporte para sua aprovação, ocorreu na Catedral Baleia, pertencente à Assembleia de Deus, e reuniu figuras proeminentes do cenário religioso e político nacional.

Presenças Notáveis no Ato Religioso

Embora fechado à imprensa, apurações indicam a presença de influentes bispos evangélicos, como Abner Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira; Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus do Brás; Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra; e o pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus em Belém.

Além das lideranças evangélicas, o culto também contou com a representação da comunidade judaica, através do advogado Daniel Bialski, vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil (CONIB). Parlamentares evangélicos também estiveram presentes, incluindo o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) e o senador Vandelan Cardoso (PSD-GO).

Ausência Estratégica de Messias

O próprio Jorge Messias não compareceu ao evento. Sua representação coube ao ministro do STF André Mendonça, conhecido por sua atuação em mobilizações políticas no cenário evangélico e por auxiliar Messias na obtenção de votos. Segundo aliados, a dispensa de Messias do culto teve como objetivo permitir que ele se concentrasse integralmente na preparação para sua sabatina, agendada para a manhã da quarta-feira, 29 de abril.

Escrito por Redação Leia Política