Judiciário

Monark considera exclusão de novo canal no YouTube 'desproporcional'

O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, classificou a remoção de seu novo canal no YouTube, 'Bruno Aiub Show', como 'desproporcional'. A plataforma justificou a ação por violação das diretrizes, mas a defesa de Monark argumenta que não houve notificação judicial e que o conteúdo não era político. Monark reconheceu erros passados, mas questiona a medida após seu retorno às redes.

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Monark considera exclusão de novo canal no YouTube 'desproporcional'
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, classificou a exclusão de seu novo canal no YouTube, o "Bruno Aiub Show", como "desproporcional". A declaração foi feita no sábado (2) em vídeo publicado na rede social X, um dia após a remoção do perfil pela plataforma.

Canal foi removido após cinco dias no ar

Lançado no domingo (26 de abril), o canal havia permanecido no ar por apenas cinco dias. Segundo a defesa de Monark, o perfil continha apenas um vídeo que mostrava um tour pelo estúdio preparado para futuras entrevistas, sem que nenhum programa tivesse sido efetivamente estreado até sua remoção.

O YouTube, por sua vez, informou que a medida foi tomada devido a violações das diretrizes da comunidade. Contudo, os advogados do influenciador afirmam que não houve notificação sobre uma nova ordem judicial relacionada ao caso e que o conteúdo publicado no canal não abordava temas políticos.

Monark reconhece erros passados, mas questiona medida

No vídeo em que se pronunciou, Monark reconheceu ter cometido erros anteriores, qualificando seus comentários passados como "infelizes", mas sem intenção de defender ideologias extremistas. Ele declarou já ter arcado com as consequências de suas ações, incluindo a saída do Flow Podcast e de sua empresa, e reiterou ter pedido desculpas em diversas ocasiões.

A defesa do influenciador ainda sustenta que restrições anteriores haviam sido revogadas em fevereiro de 2025 pelo ministro Alexandre de Moraes, evidenciando o histórico legal do caso.

Escrito por Redação Leia Política