Motta resiste a levar PL da Misoginia para votação direta no plenário
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), demonstra resistência em pautar diretamente no plenário o Projeto de Lei da Misoginia, defendendo a necessidade de ampla discussão. A deputada Erika Hilton (PSol-RJ), por sua vez, defende a votação imediata da proposta.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem demonstrado resistência em levar o Projeto de Lei da Misoginia (PL da Misoginia) diretamente para votação no plenário, postura que contraria a defesa da deputada Erika Hilton (PSol-RJ), que advoga pela aprovação imediata da proposta.
A líderes partidários aliados, Motta tem reiterado que o tema é "polêmico" e, por essa razão, exige uma discussão aprofundada antes de ser submetido ao crivo dos parlamentares em plenário.
Tratamento Regimental e Outras Medidas
O presidente da Câmara afirmou à coluna que pretende conceder "tratamento regimental" à proposta e manterá o eixo da discussão focado em oferecer respostas concretas para a proteção das mulheres. Além disso, Hugo Motta já encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que havia sido apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP).
Em outro front, a deputada Erika Hilton também foi destaque por suas críticas às declarações do apresentador Ratinho, informando ter tomado medidas judiciais contra o comunicador.