Economia

Netflix Mira Direitos Globais da Copa do Mundo de 2030, Antecipa Estreia em 2027

A Netflix, por meio de seu vice-presidente de esportes Gabe Spitzer, expressou interesse em adquirir os direitos globais de transmissão da Copa do Mundo de 2030, após sua estreia em grandes torneios com a Copa do Mundo Feminina de 2027, sediada no Brasil.

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Netflix Mira Direitos Globais da Copa do Mundo de 2030, Antecipa Estreia em 2027
Foto: Reprodução / Leia Política
LOS ANGELES, EUA -

A Netflix manifestou interesse em adquirir os direitos globais de transmissão da Copa do Mundo de 2030, conforme declarado por Gabe Spitzer, vice-presidente de esportes da plataforma de streaming, durante entrevista ao podcast do The Athletic.

Estratégia Global de Esportes em Expansão

Essa movimentação sinaliza uma mudança significativa na abordagem de conteúdo esportivo da Netflix, que busca ir além do mercado norte-americano. "Queremos direitos globais quando pudermos obtê-los", afirmou Spitzer, citando as transmissões de lutas de boxe e jogos da NFL já disponíveis mundialmente como exemplos dessa ambição. Atualmente, os direitos do Mundial nos Estados Unidos pertencem à Fox, com o contrato se encerrando após a Copa de 2026. A Copa de 2030 terá Marrocos, Portugal e Espanha como sedes principais.

Copa Feminina de 2027 no Brasil: O Próximo Grande Desafio

Antes de avançar para a competição masculina, a Netflix enfrentará seu maior desafio de transmissão com a Copa do Mundo Feminina de 2027, sediada no Brasil. Spitzer classificou este projeto como "de longe, a coisa mais ambiciosa" já empreendida pela empresa no setor. Para o torneio feminino, a plataforma planeja uma estrutura robusta.

Mercado Esportivo em Transformação

A busca da Netflix por esses direitos ocorre em um período de expansão da Copa do Mundo, que a partir de 2026 contará com 48 seleções e 104 partidas. Enquanto a FIFA defende preços elevados para ingressos e direitos, argumentando o desenvolvimento do entretenimento nos EUA, empresas de tecnologia como a Netflix competem por fatias de mercado tradicionalmente dominadas por emissoras convencionais.

Escrito por Redação Leia Política