Pedido de Lei Magnitsky contra Moraes marca reuniões de Bolsonaros com Presidente Trump
Eduardo Bolsonaro afirmou que 'há mais por vir' dos EUA após a classificação de PCC e CV como terroristas. Ele e Flávio Bolsonaro se reuniram com o Presidente Donald Trump e autoridades americanas. Durante os encontros na Casa Branca, Paulo Figueiredo revelou que um dos pedidos foi a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, embora Flávio não tenha participado diretamente dessa demanda.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que "há mais por vir" dos Estados Unidos em relação ao Brasil. A declaração surge após o governo do Presidente Donald Trump classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Diplomacia Paralela e Pedidos Específicos.
Eduardo Bolsonaro ressaltou que "pediu mais coisas" durante as recentes reuniões que ele e seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, tiveram em Washington. Os encontros incluíram o Presidente Donald Trump, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
O influenciador Paulo Figueiredo, que acompanhou Flávio e Eduardo nas reuniões na Casa Branca, revelou um dos pedidos centrais. Segundo Figueiredo, foi solicitado o retorno da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Divergências na Estratégia dos Bolsonaros.
Figueiredo ponderou que a demanda pela Lei Magnitsky foi apresentada apenas por ele e por Eduardo Bolsonaro. "O Flávio não quis se envolver nessa questão, preferiu se preservar", afirmou o influenciador, que reside nos EUA há anos.
O jornalista também contou ter explicado ao Presidente Trump o que ele considera como "efeitos positivos" da Lei Magnitsky no Brasil. Um desses efeitos, em sua avaliação, teria sido a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo.