PT articula chapa majoritária com Pacheco e Kalil em Minas Gerais
Lideranças petistas avaliam uma possível aliança eleitoral em Minas Gerais envolvendo Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o governo e Alexandre Kalil (PDT) para o Senado. Kalil, pré-candidato ao governo, poderia desistir da disputa pelo Palácio da Liberdade, buscando uma vaga na Casa Alta, considerada mais viável após sua condenação por nepotismo. A chapa também incluiria Marília Campos (PT).

Lideranças petistas envolvidas nas articulações eleitorais do partido avaliam que o cenário em Minas Gerais pode passar por uma significativa mudança, resultando em uma aliança eleitoral entre o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e o ex-prefeito Alexandre Kalil.
Kalil pode migrar para o Senado.
Sob reserva, petistas ouvidos pela coluna apostam que Alexandre Kalil, hoje pré-candidato a governador pelo PDT, poderá desistir da disputa pelo Palácio da Liberdade para concorrer a uma das vagas ao Senado. Para essas lideranças, Kalil "quer um mandato", e a Casa Alta seria a opção mais viável, especialmente após a Justiça de Minas Gerais condená-lo por nepotismo no fim de abril, por ter empregado o irmão de sua ex-namorada na Prefeitura de Belo Horizonte.
Chapa petista para Minas Gerais.
Caciques petistas acreditam que Kalil pode, inclusive, compor a chapa de Pacheco. Nesse cenário, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco concorreria ao governo, Kalil ao Senado e a ex-prefeita Marília Campos (PT) na outra vaga de senadora. Uma liderança do PT descreveu a possível composição como "uma chapa boa".