Eleições

Risco de judicialização: Lula e Flávio Bolsonaro já preparam contestações do pleito

Lula e Flávio Bolsonaro demonstram sinais de que estão prontos para contestar o resultado da eleição presidencial, com a possibilidade de ambos utilizarem o presidente dos EUA, Donald Trump, como pretexto para a judicialização.

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Risco de judicialização: Lula e Flávio Bolsonaro já preparam contestações do pleito
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

A menos de uma semana para o primeiro turno da eleição presidencial, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) indicam que o pleito pode não ser concluído nas datas previstas, 4 ou 25 de outubro. Tanto petistas quanto bolsonaristas parecem estar preparados com argumentos para contestar o resultado, caso seus respectivos candidatos sejam derrotados. Ambos os lados poderão, inclusive, invocar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como pretexto para a judicialização.

Estratégia Petista e a Judicialização Eleitoral

No caso da campanha de Lula, a base para uma possível tentativa de judicialização das eleições de 2026 virá de uma suposta interferência americana no processo eleitoral. A alegação seria de que, através de grandes empresas, a campanha de Flávio Bolsonaro teria sido impulsionada. Para essa estratégia, a campanha de Lula conta com o apoio da bancada governista no Supremo Tribunal Federal (STF), que já demonstrou interesse em comandar as eleições, mesmo sem a atuação de seus membros como ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2026.

Preocupação Bolsonarista e Resposta à Vista

A campanha de Flávio Bolsonaro já manifesta preocupação com essa possibilidade. Há um receio entre os bolsonaristas de que Lula possa recorrer a essa tática. O Partido dos Trabalhadores (PT) inclusive já acionou o ministro Flávio Dino para solicitar uma investigação prévia sobre o assunto. No entanto, o texto-fonte indica que Flávio Bolsonaro também terá seus próprios argumentos para contestar o resultado do pleito, caso seja derrotado por Lula.

Escrito por Redação Leia Política