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Senado pauta MP do Frete após acordo entre governo e oposição; veto presidencial é previsto

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, incluiu a MP do Frete na pauta desta terça-feira, 14 de julho de 2026, após um acordo selado entre governo e oposição. A medida provisória, que altera regras do piso mínimo do transporte rodoviário de cargas, deve ser votada até quarta-feira, 15 de julho, para evitar sua caducidade e possíveis paralisações. Um veto presidencial a um trecho que anistia multas de caminhoneiros é esperado.

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Senado pauta MP do Frete após acordo entre governo e oposição; veto presidencial é previsto
Foto: Reprodução / Leia Política

Acordo Define Rumo da MP do Frete; Veto Presidencial Previsto

BRASÍLIA, DF - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a inclusão da chamada MP do Frete na pauta de votação desta terça-feira, 14 de julho. A medida provisória, que visa alterar as regras do piso mínimo do transporte rodoviário de cargas, chega ao plenário após um acordo costurado entre governo e oposição. A expectativa é que a votação seja concluída até esta quarta-feira, 15 de julho.

A decisão de pautar a MP ocorreu após intensas negociações. Interlocutores de Alcolumbre indicam que o consenso foi crucial para levar o texto adiante, considerando que o presidente do Senado tem, em outras ocasiões, imposto derrotas ao governo Lula, gerando preocupação no Palácio do Planalto.

Detalhes do Acordo e Urgência para Aprovação

Pelo pacto estabelecido, a proposta passará apenas por ajustes de redação no Senado. O objetivo é evitar que a MP precise retornar para uma nova votação na Câmara dos Deputados, onde já havia sido aprovada. Segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o presidente Lula deverá vetar o trecho incluído pela oposição na Câmara que anistia multas aplicadas a caminhoneiros que participaram de manifestações após as eleições de 2022.

Outro ponto negociado prevê a manutenção do piso salarial nacional para os trabalhadores celetistas do transporte de cargas. No entanto, o valor atual de R$ 5 mil deverá ser revisto nas próximas etapas da regulamentação. O governo demonstra urgência na aprovação da MP antes de quinta-feira, 16 de julho, data em que a medida perde a validade. A celeridade visa evitar a ameaça de paralisação de caminhoneiros, que indicaram a interrupção de atividades em portos e rodovias caso o texto não seja votado a tempo.

Escrito por Redação Leia Política