Eleições

Trump Acusa China de Interferência nas Eleições de 2020 e Pressiona por Lei Eleitoral

O presidente Donald Trump (Partido Republicano) acusou a China de interferir nas eleições norte-americanas de 2020, alegando que o país asiático hackeou dados de mais de 220 milhões de eleitores. A Casa Branca divulgou documentos apontando fraudes, incluindo votos de 278 mil não-cidadãos. Trump também utilizou o pronunciamento para cobrar o Congresso pela aprovação do Save America Act.

Compartilhe
Ouvir AnáliseNarrado por IA
Trump Acusa China de Interferência nas Eleições de 2020 e Pressiona por Lei Eleitoral
Foto: Reprodução / Leia Política
WASHINGTON, EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou nesta 5ª feira (16.jul.2026) que a China interferiu nas eleições norte-americanas de 2020. Em um pronunciamento à nação, Trump declarou que o país asiático hackeou dados de mais de 220 milhões de eleitores. Paralelamente, a Casa Branca liberou 23 documentos que, segundo ela, são evidências de fraudes eleitorais, inclusive a participação de 278 mil eleitores que teriam votado sem ser cidadãos norte-americanos.

Alegações de Ingerência Estrangeira e Votação Irregular

O presidente Trump reforçou suas acusações, declarando: “Em meados de 2018, a China trabalhava para influenciar os resultados das eleições de meio de mandato dos EUA e, posteriormente, os resultados da eleição presidencial de 2020”. A narrativa da interferência chinesa tem sido uma constante na administração Trump, que agora apresenta supostas provas.

Pressão por Nova Legislação Eleitoral

Ainda durante o discurso, Donald Trump aproveitou a oportunidade para pressionar o Congresso norte-americano a aprovar o Save America Act. Este projeto de lei visa exigir prova de cidadania para que os eleitores possam exercer seu direito ao voto, uma medida que, segundo o presidente, combateria as fraudes apontadas pelos documentos da Casa Branca.

Escrito por Redação Leia Política