Wellington Dias celebra saída de 5,1 milhões de famílias do Bolsa Família por emprego e renda
O ministro Wellington Dias anunciou que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família desde 2023 devido à geração de emprego e renda. Ele detalhou o sucesso do programa em tirar pessoas da linha da pobreza e defendeu a iniciativa contra críticas do apresentador Luciano Huck, reforçando a luta contra o preconceito.

Impacto no Emprego e Renda
“Só de 2023 para cá, com esse novo modelo estimulador do emprego, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza — saíram do Bolsa Família porque saíram da pobreza”, afirmou Dias. Ele informou que, atualmente, 7,1 milhões de famílias beneficiárias possuem emprego formal ou algum tipo de atividade econômica, mas continuam recebendo o auxílio por terem a renda somada ainda abaixo da linha da pobreza. Além disso, cerca de 5,9 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único atuam como microempreendedores, e uma parcela significativa dessas, inclusive, já emprega outras pessoas.
O ministro também celebrou a ascensão do Brasil para o grupo de países com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) considerado “muito elevado”, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele creditou esse avanço às políticas sociais e educacionais implementadas no país.
Wellington Dias Rebate Luciano Huck
Durante a entrevista, Wellington Dias voltou a criticar as declarações do apresentador Luciano Huck. No último sábado (23.mai), no 5º Fórum Esfera, em Guarujá (SP), Huck alegou que não haveria estímulo para as famílias deixarem o Bolsa Família, e que os beneficiários buscariam “atalhos” para permanecer “ad aeternum” no programa.
Ao comentar a fala de Huck, Dias a classificou como “feia”. Ele reiterou sua crítica anterior, onde afirmava que a “falta de informação também é uma arma perigosa”, e enfatizou a persistência do preconceito contra a população de baixa renda no Brasil. “É preciso aproveitar fatos como esse para que a gente enterre de vez o preconceito que se tem com os mais pobres”, defendeu o ministro, concluindo que “programas como esse garantem às pessoas que elas nunca mais serão humilhadas”.