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Edinho Silva minimiza envolvimento do PT em escândalo do Banco Master

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, minimizou nesta terça-feira (24/3) as citações a pessoas ligadas ao partido no escândalo do Banco Master. Ele afirmou que pagamentos à nora do senador Jaques Wagner são problema dela e negou vínculos comprovados do PT com o caso.

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Edinho Silva minimiza envolvimento do PT em escândalo do Banco Master
Foto: Reprodução / Leia Política
BRASÍLIA, DF -

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, adotou um tom de minimização nesta terça-feira (24/3) ao comentar as citações de pessoas ligadas à legenda no contexto do escândalo envolvendo o Banco Master. Em entrevista exclusiva a uma coluna, Silva desvalorizou a gravidade dos fatos apresentados.

Pagamentos e a Família de Jaques Wagner

O petista foi questionado sobre os pagamentos efetuados pelo Banco Master a uma empresa da nora do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). De acordo com Edinho Silva, tal situação seria um “problema” específico dela, e não do senador.

O portal Metrópoles, por meio da coluna de Milena Teixeira, revelou que o Banco Master destinou ao menos R$ 11 milhões à empresa da nora de Jaques Wagner. Em resposta às acusações, o senador baiano negou qualquer “intermediação ou negociação” em favor da referida empresa.

Posicionamento do PT e Origem do Banco

Durante a entrevista, Edinho Silva fez questão de ressaltar que, até o momento, não há “nenhum vínculo” nem “nada comprovado” que ligue diretamente o PT ao escândalo do Banco Master. O dirigente afirmou que, caso surjam provas, caberá a cada petista envolvido prestar os devidos esclarecimentos.

Além disso, o presidente do PT destacou que a criação do Banco Master ocorreu durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), período em que Roberto Campos Neto estava à frente do Banco Central.

Escrito por Redação Leia Política