Inovação

Projeto de Lei na Câmara Endurece Penas para Homicídio Culposo no Trânsito e Proíbe Dirigir por Uma Década

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa endurecer as penas para motoristas que cometerem homicídio culposo, propondo dobrar o tempo de condenação e proibir o infrator de dirigir por dez anos.

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Projeto de Lei na Câmara Endurece Penas para Homicídio Culposo no Trânsito e Proíbe Dirigir por Uma Década
Foto: Divulgação / Leia Tech
BRASÍLIA, DF -

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um novo projeto de lei que endurece drasticamente as penas para motoristas que cometerem homicídio culposo na direção. O texto propõe dobrar o tempo de condenação e proibir por uma década o infrator de dirigir, visando combater a impunidade e a negligência viária em todo o país.

Mudanças Propostas nas Sanções Legais

As regras atuais da legislação de trânsito determinam que aquele que causar mortes ao volante sem a intenção de matar é penalizado entre dois e quatro anos de detenção. Já o novo projeto propõe elevar essa margem para um período de quatro a oito anos de reclusão.

Além da ampliação significativa da privação de liberdade, o texto estabelece que o motorista culpado fica impedido de obter ou renovar a Carteira Nacional de Habilitação por dez anos ininterruptos.

Próximos Passos no Congresso Nacional

A iniciativa foi pensada para combater a impunidade e a negligência viária em todo o país, baseada no argumento de que é urgente estabelecer sanções penais realmente proporcionais à gravidade e ao impacto das mortes causadas pela imprudência de condutores nas estradas e vias urbanas.

Apesar da vitória inicial na comissão técnica, a proposta ainda percorrerá um longo trajeto no Congresso Nacional. O próximo passo é a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovada, a matéria vai para votação no plenário da Câmara e, depois, passa por apreciação do Senado Federal. Ainda é preciso aguardar a sanção presidencial de Donald Trump para a medida entrar em vigor.

Escrito por Redação Leia Tech