The Legend of Zelda: Os Seis Jogos Mais Revolucionários da Franquia
A franquia The Legend of Zelda é um marco na história dos videogames, com diversos títulos que revolucionaram a indústria. Descubra os seis jogos que introduziram mecânicas inovadoras e redefiniram o panorama dos games.
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SÃO PAULO, SP - A franquia The Legend of Zelda serviu, por muitos anos, como um patamar a ser alcançado na indústria dos games. Seus títulos revolucionaram mecânicas, abriram os olhos dos jogadores para novas possibilidades e criaram uma verdadeira lenda, impactando profundamente o mercado.
Algumas dessas obras foram cruciais para mudar em definitivo como certas experiências se comportariam, redefinindo o rumo de como outros estúdios trariam suas próprias aventuras. Veja seis jogos da franquia que extrapolaram a tecnologia e criatividade para atingir em cheio a comunidade gamer.
Majora’s Mask e a Vida dos NPCs.
Lançado para Nintendo 64 em 2000, The Legend of Zelda: Majora’s Mask trouxe um peso enorme em diversas frentes, notavelmente na evolução dos NPCs. Pela primeira vez, personagens não-jogáveis ganharam "vida" com rotinas baseadas em horários e ações do jogador, indo além da simples espera por interação.
A Link Between Worlds e a Inovação Bidimensional.
Em 2013, The Legend of Zelda: A Link Between Worlds inovou com a transição perfeita de ambientes tridimensionais para o 2D e vice-versa. A técnica de Link se transformar em uma arte nas paredes não só oferecia novas formas de jogar, mas também vinha acompanhada de quebra-cabeças inteligentes que destacavam a importância desse recurso. Até hoje, o único a replicar essa mecânica com perfeição foi o independente O Escudeiro Valente (2024).
Skyward Sword e a Imersão por Movimento.
The Legend of Zelda: Skyward Sword, de 2011, ousou ao levar a movimentação de Link para os controles por movimento do Wii, proporcionando uma experiência mais imersiva. Jogadores podiam levantar o escudo, atacar com a Master Sword e avançar na trama que deu origem à saga. O game foi remasterizado para o Switch, garantindo uma sobrevida à sua proposta inovadora.
O Primeiro The Legend of Zelda e o Mundo Aberto.
O conceito de aventura contínua, sem transições entre chefões e com cenários conectados, surgiu com o primeiro The Legend of Zelda, em 1986. Esta obra marcou toda uma geração na era 8-bit e estabeleceu as bases para os títulos de mundo aberto e mapas amplos que conhecemos hoje no Nintendinho.
Breath of the Wild: O Paradigma dos Mundos Abertos.
Nenhum jogo de mundo aberto foi o mesmo após a chegada de The Legend of Zelda: Breath of the Wild em 2017, lançado para Switch e Wii U. A Nintendo entendeu como fazer uma construção memorável, aplicando conceitos como temperatura, clima, controle por movimento e templos escondidos. O game revolucionou a indústria e inspirou diversos títulos posteriores, como Genshin Impact (2020) e Immortals Fenyx Rising (2020).
Ocarina of Time: A Revolução 3D.
Considerado um dos maiores jogos de todos os tempos, The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998) revolucionou a forma como os games de aventura tridimensionais seriam desenvolvidos. Sua trava de mira, um botão de ação adaptável e o ciclo de dia e noite enriqueceram a experiência, criando uma jornada impactante do Herói do Tempo. Essas inovações são usadas até hoje, demonstrando seu impacto duradouro no mercado.
Embora muitas outras histórias, como Tears of the Kingdom, Wind Waker e The Minish Cap, sejam favoritas dos fãs, é inegável que cada título da série trouxe algo novo que enriqueceu o mundo dos videogames, mostrando que não há jogo "descartável" dentro da série. Inclusive, o "maior de todos", Ocarina of Time, receberá uma nova versão em novembro de 2026.