politica

Urgente: Saúde é a prioridade número 1 para o próximo presidente, diz Datafolha

Uma nova pesquisa Datafolha revela que 34% dos eleitores consideram a saúde a principal prioridade para o próximo presidente, enquanto o governo Lula é avaliado negativamente em segurança pública e saúde.

Compartilhe
Ouvir ResumoAperte o Play
Urgente: Saúde é a prioridade número 1 para o próximo presidente, diz Datafolha
Foto: Reprodução / Leia Brasil
BRASÍLIA, DF - Uma pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (17) de maio de 2026, realizada entre os dias 12 e 13 de maio, revela que a saúde é a principal prioridade para o próximo presidente do Brasil, apontada por 34% dos eleitores. O levantamento também mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado de forma mais negativa justamente em temas que a população considera prioritários para a próxima gestão.

Prioridades para o Próximo Presidente

Quando questionados sobre qual área deveria ser a prioridade do presidente a ser eleito em outubro, a saúde se destaca, sendo citada por 34% dos entrevistados. Em seguida, aparecem educação com 15%, segurança pública com 12% e economia com 11%.

Avaliação Negativa do Governo Lula

Sobre as áreas em que o governo Lula se saiu pior até agora, a segurança pública foi a mais mencionada, com 16% das respostas. Logo após, vêm a saúde (15%), a economia (13%) e o combate à corrupção (13%), indicando um descompasso entre a percepção popular e a atuação governamental nos temas mais sensíveis.

Áreas de Destaque na Gestão Atual

Por outro lado, nas áreas em que o governo Lula se saiu melhor, segundo o Datafolha, o combate à fome e à miséria lidera com 13%. O combate ao desemprego e a educação seguem com 10% cada um, mostrando pontos positivos na percepção pública.

Detalhes da Metodologia do Datafolha

A pesquisa Datafolha entrevistou 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, em 139 municípios de todo o país. A margem de erro máxima do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00290/2026 e teve um custo de R$307.641,60, pago com recursos próprios.

Escrito por Redação Leia Brasil